24/12/2007

Antes de narrar o nascimento de Jesus, tal Como está registrado nos antigos documentos Rosacruzes, desejo chamar a atenção dos leitores para os seguintes pontos relevantes.

Na época do nascimento de Jesus, a Fraternidade Essênia fazia parte da Grande Fraternidade Branca e não só estava bem estabelecida em várias partes do Egito e da Palestina, tendo seu maior centro e número de membros em Alexandria, no Egito, com uma grande comunidade na Galiléia, como também mantinha um grande templo secreto em Heliópolis, no Egito, onde os Supremos Oficiais se reuniam e onde as cerimônias mais importantes da organização eram realizadas. Este templo foi muitas vezes citado nos registros antigos como o templo de Helios OU “templo do sol”. Na Palestina havia um templo menor para as cerimônias sagradas dos ESSêTÚ0S de Jerusalém e arredores, localizado perto de uma das portas da cidade. Era neste templo de Jerusalém que OS oficiais da Fraterflida Essênja se reuniam para suas cerimônh sagradas.

Talvez seja necessário exp1icar nesta jnjia, que em todos os templos antigos da Grande Fraternidade branca, inclusive os dos Essênios, as jovens filhas dos membros mais importantes da organização serviam como Virgens Vestais durante certos períodos de sua vida, ficando sob a guarda da organização.

Em todas as lojas Rosacruzes em todo o mundo, inclusive as da América do Norte, há Vestais servindo a cada Templo ou Loja, simbolizando a Consciência espiritual do Cósnuco Essas jovens são sempre filhas de pais que são Membros da organização há algum tempo. Elas são muito respejtas e ajudadas de muitas formas a alcançar grandes realizações quanto a todos os princípios éticos, culturais e educacionais da terra em que vivem.

Com estas informações em mente, posso agora apresentar a narrativa que provavelmente é a mais antiga e completa história da Divina Concepção e do Nascimento Divino do Mestre Jesus, tal como foi registrada e preservada nos arquivos da organização Rosacruz no Egito, na Índia e no Tibete. Foi necessário condensar um pouco a narrativa para adaptá-la à forma de livro, para que o mesmo não ficasse volumoso demais, mas nenhum detalhe essencial foi elimi nado nem foram alteradas as frases místicas importantes.

A história que se segue é comumente aceita pelos mÍStiCOS da Grande Fraternidade Branca, com perfeita compreensâo. Estou certo de que os místicos do mundo ocidental encOntrarão nesta história uma explicação perfeita do maior entre os mistérios místicos.

No tempo das seitas místicas e cultos sagrados da Grande Fratemi&1& Branca do Oriente, houve um certo Joaquim, alto sacerdote do Sagrado Templo de Helios, fora dos portões de Jerusalém. Era ele um devoto seguidor dos rituais sagrados e havia se comprometido a dar tudo que lhe pertencesse ao grande trabalho. Quando chegou a época de Ana, sua mulher, ter um filho, eles concordaram que, se fosse uma menina e demonstrasse já durante a infôncia que fora divinamente enviada, ela se tomaria uma pomba Sagrado. No nono mês Ana deu à luz uma criança, uma (Columba) no Templo Santo, como virgem do Sanctum menina tal como haviam predito os astrólogos (Magos) do Templo. Passado o tempo de praxe, Ana purificou-se e amamentou a criança, chamando-a Maria, porque o sol estava em Libra na hora do nascimento.

Quando a criança completou seis meses foi levada ao Templo por seus pais, para que pudesse ser examinada e a bagagem trazida da vida anterior revelada na presença dos Sacerdotes e Magos. A criança foi colocada no Sanctum apoiada nos próprios pés, com o rosto voltado para o leste, enquanto a mãe permanecia sentada sobre um pano branco, ao pé da Chama Vestal. Disseram à criancinha que andasse e ela andou. Os Sacerdotes e Magos notaram que a criança deu sete passos e depois ajoelhou-se diante de sua mãe no Sanctam. Enquanto os Magos entoavam um cântico, a mãe ergueu a filha para o céu e exclamou em voz alta: “Tão certo como o Senhor meu Deus existe, tu não caminharás sobre a terra até que eu te dedique ao Templo do Senhor!” Os sacerdotes regozijar pelo cumprimento da profecia segundo a qual o Sumo Sacerdote Joaquim daria uma virgem ao Templo.

A mãe cumpriu sua promessa. Ela fez construir um sanmário em sua casa e cobriu o chão com um pano do Templo de Helios para Maria andar sobre ele, para que seus pés não tocassem a terra até o dia de sua entrada no Templo. A mãe nAO pennitia que nada ilgar ou contaminado tocasse sua fiffia e chamava as Virgens puras do Templo para que conduzissem a menina pelo Santuário improvisado e a levassem no colo para passear no jardim das rosas quando o sol abrandava.

Chegou o primeiro aniversário da menina e aconteceu uma festividade sagrada na casa de Ana e Joaquim, com a presença de todos os Sacerdotes, Escribas e Magos dos Templos da Fraternidade. Joaquim tirou a pequena Maria do Santuário para mostrá-la aos Sacerdotes; ela foi aspergida com água pura e pétalas de rosas, e os Magos declararam que seu nome oficial era Mana, a Pomba de Helios. Os sacerdotes a abençoaram e oraram a Deus, dizendo: “Deus de Nosso Coração, abençoa esta criança e faz do seu nome, que os Magos acabaram de confirmar, um nome eternamente pronunciado por todas as gerações dos filhos de Deus!” Todos os presentes responderam: “Assim seja, assim seja, amém !“ Amãe de Maria levou- a de volta ao Santuário para amamentá-la e entoou um cântico a Deus, dizendo: “Canto um hino ati, santa criança, um hino a Deus, pois Ele me concedeu o fruto da honradez. Escutai, ó Escribas dos Doze Remos, pois a Pomba Sagrada está comigo e Deus mora conosco1” Quando as festividades terminaram todos partiram jubilosos, e cada um dos doze Escribas foi encarregado de levar as boas novas a seus Doze Templos dos Doze Remos. Os meses foram se passando e a menina completou dois anos, havendo nova festividade. Joaquim disse: “Levemos

Maria ao Templo, em cumprimentTto ao nOSSO voto, pois temo que Deus nos recuse o privilégio e nossa dádiva se torne inaceitável.” Ana então disse: “Não vês que Maria é prudente e forte para sua idade e abençoada com a compreensão não só desta vida mas também da outra que ela trouxe consigo ao nascer? Mais um ano e ela estará mais forte e suficiente ment preparada para ir ao Templo sozinha, sem seus pais, como ocorreu da primeira vez.” Joaquim concordou. Quando a menina fez três anos, era excepcionalmente vivaz e dotada de compreensão interior. Joaquim chamou os Escribas e Sacerdotes dos Doze Remos e convidou as virgens puras do Templo para que escoltassem Maria ao Templo. As Virgens chegaram com as lâmpadas sagradas acesas, felizes com a dádiva de Deus ao Templo. Mas Maria recusou ser escoltada e foi levada apenas por sua mãe ao portal do Templo, para que seus pés não tocassem opó. As Virgens se encontravam no Templo entoando cânticos e mcensando o Sanctum quando Maria foi recebida pelos Sacerdotes de Helios no portal exterior. A criança foi levada ao Templo e colocada no terceiro degrau diante do altar onde ardia a Chama Sagrada. O Sacerdote orou a Deus, dizendo: “Deus ampliou Seus propósitos e Seu nome em todas as gerações e através desta criança manifestará a redenção dos filhos desta terra.”

Então ele abençoou a menina, que dançou de alegria e caminhou do Altar para o Sanetum, ajoelhando-se diante do Shekinah. Quando os pais se dirigiram para a porta do Templo, voltaram-se para a filha, que lhes pediu para deixá-la ali. Enquanto as Virgens, os Sacerdotes, Escribas e Magos caminhavam para o Oeste do Templo, jogavam pétalas de rosas sobre a criança ajoelhada. Os pais se sentiam maravilhados pelo desejo da menina de permanecer a sós no grande Templo. Quando todos tinham partido e Maria ficou sozinha, viu seu próprio corpo infantil flutuando como uma Pomba no ar; do espaço acima do Shekinah surgiu uma mão angelical dando um bocado de alimento a Maria, enquanto ela flutuava, e uma voz angelical falou: “Vê, este será teu alimento daqui por diante, pois não mais acharás leite no peito de tua mãe, eis que sorveste o que Deus proveu e agora só comerás aquilo que te for servido pelos teus iguais”.

Quando Maria fez doze anos, deu sinais de fecundidade, o que anunciava a chegada do sinal e símbolo de que chegara o tempo de cumprir o voto de seus pais. Foi reunido o conselho dos Sacerdotes e Magos, que disseram: “Eis que Maria, a Pomba, completou doze anos e apresentou o sinal de que deve ser dada em casamento ou deve residir no Templo. Devemos tomá-la agora ou esperar que se passem mais onze meses conforme foi estipulado?” Os Magos responderam: “Ide ao Altar e perguntai a Deus o que é certo, e aquilo que Deus manifestar a vós, faremos.” Joaquim, na qualidade de Sumo Sacerdote, colocou sobre sua veste oficial o peitoral triangular, e orou pedindo iluminação. Uma forma apareceu diante dele e falou: “Joaquim, Joaquim, vai e convoca OS viúvos da Fraternidade que têm um lar, e faz com que cada um tome um bastão sagrado; Maria será entregue aos cuidados daquele a quem Deus mostrar um sinal”. Joaquim revelou o que lhe fora transmitido e os Escnbas foram informados de que deviam convocar os ViÚVOS de seus Remos.

Havia um, de nome José, da comunidade Essenla da Galiléia, membro devoto do Templo de seu Reino; quando soube que todos os viúvoS estavam sendo chamados a Helios, deixou de lado as ferramentas com as quais estava construindo uma casa e apressou-se a ir ao encontro dos demais. Quando todos os ViÚVOS estavam reunidos diante do Templo de Helios, o Sumo Sacerdote escolheu 144 um a cada viúvo. Mas nenhum sinal foi dado, pelo qual bastões sagrados, purificou-OS diante do Altar e entregou Joaquim pudesse saber qual seria o escolhido conforme prometera a voz. José foi o último a receber o bastão e, ao erguê-lo em saudação ao Sumo Sacerdote, eis que uma pomba branca saiu do bastão e voejou em tomo da cabeça de José. Então o Sumo Sacerdote disse a José: “Foste escolhido para receber a Virgem dedicada a Helios e guardá-la em tua casa”. Mas José recusou, dizendo que não sabia porque fora convocada aquela assembléia, que tinha dois filhos e estava velho, e que a Virgem parecia ser muito jovem e não ter completado os treze anos exigidos pela lei. O Sumo Sacerdote admoestou José, lembrando nderain lhe o que Deus fizera a Datã, Abirão e Korah, como a terra se abrira e os engolira, por causa de sua negativa. José ficou temeroso e concordou em levar a Virgem e manter em sua companhia a Pomba de Helios. Então disse a Maria: “Eis que te recebo do Templo de Deus e te deixarei em minha casa; voltarei para ti após terminar minha construção”. Foi assim que Maria passou a viver com José, viúvo e carpinteiro, como a Virgem da Fraternidade.

Veio então o dia em que o conselho de sacerdotes de Heijos foi convocado para planejar a feitura de novas cortinas para o Templo. Disseram OS Sacerdotes: “Chamemos as Virgens intocadas de nOSSOS Irmãos e também nossa Pomba do Templo. Quando o chamado foi feito, havia sete virgens, mais Maria, a Pomba do Templo.

Quando já estavam no interior do Templo, o Sumo Sacerdote ordenou que fosse feito um Sorteio para decidir quem iria fiar o ouro para as cortinas e quem devena fiar o verde, o escarlate, o púrpura, o azul e o fino linho e a seda delicada. A fiação do púrpura e do escarlate coube a Maria, a Pomba.

Ela pegou os materiais e foi para casa. Enquanto fiava, surgiu diante dela a figura de um grande Mestre que disse: “Não temas! Trago uma mensagem jubilosa, Maria, Virgem Santa e Pomba Sagrada de Helios, pois é chegado o dia de se cumprir a profecia dos Magos! Recebeste as bênçãos de Deus e de teus Irmãos e agora conceberás pela palavra de Deus”. Ao ouvir isto, Maria contestou, dizendo: “Conceberei pela palavra de Deus? E ainda assim tudo se passará em mim como nas demais mulheres?” A voz da figura respondeu: “Não conceberás como supões, mas gestarás da maneira como imaginas. Pois, assim como os lábios do homem podem te beijar, do mesmo modo como as mãos do Sumo Sacerdote te abençoaram, a semente do homem será tua herança; mas apalavra de Deus será soprada sobre ti e seu poder te tornará sagrada e tomará bendita a semente para que seja de Deus. Portanto, a Sagrada vida que nascerá de ti será chamada Filho de Deus, e receberá o nome de Jesus, pois será Deus no Homem e se tomará Deus entre os homens”. Então Maria respondeu: “Faça-se de acordo com apalavra de Deus!”

Maria teceu o púrpura e o escarlate e levou-os ao Sumo Sacerdote Ele falou com ela e disse-lhe que havia sido mformado de que chegara o dia da concepção; abençoou-a e rejubilou-se com ela, dizendo-lhe que seu nome seria sagrado para todas as gerações da Terra. Maria foi para a casa de sua prima Isabel e lá permaneceuJ até que sua ondiçã0 se tornou tão manifesta que a fez procurar de SOVO a intimidade de seu lar.

Maria estava no sexto mês quando José regressou da obra já termiiiada e percebeu que ela estava grávida, sentindo-se surpreso e conStemad0. GolpeOU o próprio rosto, atirou-se sobre o áspero tecido do santuário, chorando argaIfle1ite e dizendo: “Como enfrentarei Deus agora? Pois recebi unia Virgem, a Pomba de nosso Templo, e não a guardei devidamente e agora uni homem a maculou? Quem fez tal coisa em minha própria casa? Repete-se em mim a história de Adão?” José levantou-se, chamou Maria e lhe disse: “Por que tu, que subiste os sete degraus e foste elevada ao terceiro degrau do lugar mais santo do nosso Templo, permitiste que um homem te maculasse? Não recebeste alimento das mãos de um anjo como sinal de que não devias aceitar dos profanos aquilo que pudesse alimentar teus desejos terrenos?”

Maria chorou amargamente pela ignorância de José e por não confiar nela, e lamentou-se: “Sou pura e nenhum homem me tocou!” José encheu-se de espanto e rebateu as Palavras dela, dizendo: “Mas então por que estás assim?” E ela respondeu com doçura: “Assim como Deus vive, não Sei como isto aconteceu através da palavra! Enquanto eu dormia Ele veio a mim com pureza de espírito, livre de COii30 mortal, e por Seu alento, que não era o alento da luxúria mas o alento da Palavra de J)eus, concebi em realidade o que Deus antes concebera em pensamento; e assim Como o pensamento precedeu a criação do mundo, Comigo a mais sagrada das palavras precedeu a vida que se agita dentro de mim”.

José temia que os que desconheciam as leis de Deus interpretassem e julgassem mal, e sentia-se perplexo. Mas durante a noite veio-lhe a voz do Mestre, dizendo: “Não temas, pois aquele que Maria concebeu vem do Espírito Santo e ela dará à luz uni menino que as Hostes Celestiais chamarão Jesus, porque o Espírito Santo, através da palavra de Deus, estará nele”.

posteriormente, veio um Escriba à casa de José para saber a razão de sua ausência em uma reunião da Fraternidade, viu que Maria estava grávida e dirigiu-se imediatamente ao Sumo Sacerdote, pronto para atestar que Maria havia sido maculada. O Sumo Sacerdote chamou José e Maria, ouviu o que tinham a dizer, escutou compreensivamente a versão de Maria declarando inocência e depois argumentou com o Escriba. Os Magos se reuniram e decidiram que deveria ser feito o teste das auras, pelo qual as auras manifestariam a cor do pecado, se pecado houvesse. Ambos tomaram uma bebida tirada do recipiente que continha água radiante; foram colocados no escuro onde nada além da Luz pura se irradiou deles, não havendo manifestação de pecado. Disse o Sumo Sacerdote: “Se o Deus do nosso Templo não torna manifesto qualquer pecado através de Suas leis, então não posso julgarvos”. Dispensou-os, então, como puros de coração e limpos de pecado.

Chegou o tempo de José achar necessário viajar com Maria para evitar censuras por causa de sua situação e da estranha experiência de Maria. Eles chegaram a uma caverna onde ficaram descansando a pedido de Maria, que julgava estar próxima a hora do nascimento. José foi procurar ajuda e encontrou uma mulher que foi até a caverna, ouviu a estranha história de Maria não acreditando nela. Olhando em todas as direções José viu que OS CUS e a terra e até mesmo as pessoas de lugares cjjstantes estavam silenciosoS e imóveis, e Soube que a presença de Deus se fia sentir sobre a Terra e que algum milagre estava para acontecer. Enquanto ele e a mulher esperavam na caverna, uma grande Luz surgiu da escuridão e os evitou e foi pairar sobre Maria. A Luz tornou-se menor e mais densa em sua alvura, até que envolveu Maria e depois foi se extinguindo. Enquanto José e a mulher observavam em silêncio, a Luz desapareceu, ouviu- se a voz de um recém-nascido e um anjo apareceu dizendo: “Nesta hora, em humildade de espinto e pureza de mente, nasceu o Filho de Deus da Virgem do Templo, concebido pelo Espírito Santo através da palavra de Deus, e seu nome será Jesus pois este é o nome de Deus em que se infundem o fogo do espírito e o poder da palavra Mas advirto que não conteis aos profanos o que aconteceu, pois eles não vos acreditarão e dirão que um homem mortal gerou um filho numa Virgem — e vos amaldiçoarão por tentardes iludi-los em sua boa fé”.

José e Maria se preparavam para partir da caverna onde haviam passado algum tempo quando os Magos vieram ao seu encontro, dizendo: “Onde está o grande Rei cuja estrela anunciou nos céus o seu nascimento? A esta hora seus pais devem estar na estrada, pois passou a hora do advento”. José respondeu: “Vou à Judéia com O Filho de Deus, não Com o Rei, pois seu Reino não é deste mundo, mas sim dos Corações humanos”.

E quando Herodes soube que um grande Rei havia nascido, cumprindo as estranhas predições dos profetas ficou perturbado e mandou fazer averiguações. Quando os Magos souberam o que Herodes ameaçara fazer, preveniram José e ofereceram a Maria ouro, incenso e mirra. José e Maria prosseguiram em sua viagem, por outro caminho.

4 comentários :

Monica disse...

Muito bom o texto, tem mais?
bejinhos

CCM - Luz Divina Universal disse...

Tem sim, aguarde as novidades...

Georgina disse...

Um tanto interessante o texto!

Adorei!

bjs!

Anônimo disse...

Se há verdade neste texto, a bíblia é mentirosa? Se é, porque deixaram por tanto tempo este mito correr???